JULGAMENTO DO CASO “DÍVIDAS OCULTAS”

//JULGAMENTO DO CASO “DÍVIDAS OCULTAS”

AGI ANLAUÉ DESMENTE ANTÓNIO CARLOS DO ROSÁRIO

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo interrogou, nesta segunda-feira, Agi Anlaué, declarante no julgamento do “caso dívidas ocultas”,

Na tenda branca da B.O, Província de Maputo, o antigo Director operacional da EMATUM, disse que o estudo de viabilidade para a constituição da EMATUM devia ter sido feito da melhor forma, com atenção à adequação dos barcos.

Agi Anlaué, um dos declarantes arrolados no caso “dívidas ocultas”, à data dos factos, oficial do SISE, sentou no banco dos réus, para prestar declarações em sede da sessão de produção de provas, na 6ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, instalado na Cadeia de Máxima Segurança, Província de Maputo.

Ao contrário do que terá dito o antigo Director da Inteligência económica do SISE, António Carlos do Rosário, durante o seu interrogatório, Anlué revelou, ao tribunal, que os barcos da EMATUM não tinham nenhuma tecnologia de ponta.

Em resposta às perguntas feitas pelo juiz da causa, Efigénio Baptista, o declarante Agi Anlaué chumbou o estudo de viabilidade para a constituição da EMATUM e afirmou que devia ter sido feito da melhor forma, com atenção à adequação dos barcos.

Durante o interrogatório, Agi Anlaué manifestou reservas em relação à adequabilidade da EMATUM e da MAM.

Entretanto, defendeu que o projecto da ProÍndicus, inicialmente feito, era viável porque respondia às ameaças que se apresentavam na altura e, por isso, protegeria a costa moçambicana.

Ainda assim, o antigo director operacional da EMATUM não quis afirmar categoricamente se a ProÍndicus era auto-suficiente para a protecção da costa moçambicana. (Rádio Acção)

By | 2021-11-09T19:06:25+02:00 Novembro 9th, 2021|Sociedade|0 comentários

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